Campanha da Camisa 7 – Recordar é viver

Em 24/07/2008 o Grêmio veio ao bairro Estreito, em Floripa, buscando a liderança do Brasileirão daquele ano. A torcida fez grandes preparativos para mais uma vez reencontrar o time, que iniciara o campeonato carregado de desconfiança, dado os maus resultados do primeiro semestre. Na época existia muita falação por parte dos torcedores do alvinegro (ou será tricolor, devido ao verde incorporado?) nos atribuindo a pecha de fregueses, que nos venceriam com facilidade e aquele papo furado de sempre, querendo forçar uma rivalidade que nunca existiu, não existe e jamais haverá qualquer hipótese de surgir.

O resultado, todos sabemos. Foi acachapante, impiedoso, histórico e emblemático: Foi a maior goleada imposta pelo Grêmio na história do Brasileirão. Lembram-se? Aos 20 do segundo tempo, se via avalanches na torcida Estreitina, mas eram as pessoas indo embora, descendo as arquibancadas às centenas, tamanho era o baile em campo e a festa nas arquibancadas destinadas aos (abre aspas) “visitantes” (fecha aspas).

Fomos tão iluminados naquela noite, que realizamos um breve documentário em vídeo (temos à venda em nossa loja, consulte) que ficará para eterna recordação. O árbitro encerrou a partida aos 44:30 do segundo tempo, afinal, alguém haveria de ter piedade do maior clube e maior torcida da área continental de Florianópolis.

Eis que novamente em julho, perto de completar 3 anos daquela noite especial, estaremos, outra vez nós dois, time e torcida, buscando a retomada de um início vacilante e duvidoso, assim como em 2008. O confronto (nas quatro linhas) que nos espera, dificilmente terá resultado igual ao de 2008, afinal, é inegável o bom momento vivido pelo adversário, mas, ao mesmo tempo, temos ciência da abissal diferença de tamanho e relevância entre os dois clubes, o que nos obriga a marcar presença e fazer a devida cobrança, ao final do jogo, caso se observe apatia ou pouco empenho em campo, bem como apoiar incessantemente durante os 90 minutos e não apenas cantar na hora em que for conveniente.

Dito isso, fazemos um pedido, em tom de convocação: Para recordar aquela data e, especialmente o placar, todos devem estar fardados com a camisa 7 do Grêmio no dia do jogo. Antes que alguém pergunte: NADA TEM A VER com a saída do Renato Portaluppi. Não se trata de protesto, e sim, de rememorar o fantástico episódio ocorrido em julho de 2008, que ficou conhecido como 7`SFACTION TRICOLOR.

Avisem todos os gremistas que vocês conheçam, de todas as cidades possíveis, e mais ainda, aqueles que vem ao jogo. Pra nós, a busca por mais três importantes pontos. Pra eles, a chance de enfrentar um clube gigantesco e se nos vencerem, comemorar como se fosse um título, palavra que não existe no dicionário do furacão (risos) do Estreito.

EM FLORIANÓPOLIS, O GRÊMIO JOGA EM CASA.

 

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